quarta-feira, outubro 06, 2004

Somos um país de poetas

E como tal, avolumam-se as probabilidades de, tal como hoje, por aqui pontificarem umas titubeantes divagações poéticas.

Frescor

Frescor sempre perene
Nasce dos teus olhos Serpentina minha
Um instinto muito muito fundo espreguiça-se nos teus braços
Pirilampos de desejo rebrilham nos teus seios
Uma promessa de morte e ressurreição
Um convite de fusão com o universo e nada nada desejar
Há papoilas na tua boca ávidas de histórias
Não vás embora tão cedo minha Serpentina
Vem iluminar o meu carnaval

...

O luar nunca brilhou como hoje
E eu nunca voei tanto sem me cansar...

Mito, Abril de 2004

1 comentário:

Vera Cymbron disse...

Pelo que dizes costumas voar alto e ficas cansado...Bem, resta-me dizer-te que um pouco de exercicio diário resolve este problema. Que tal um ginásio perto de si?! Ah, mas continua a voar alto porque gostei do teu voo.